Começam as celebrações a São Sebastião, padroeiro de Andradina: dia 20 é feriado!

assessoria de comunicação -15/01/2026 15:24

A Paróquia de São Sebastião já iniciou as celebrações e anunciou as festividades em honra ao “Padroeiro de Andradina”, reunindo momentos de fé, devoção e confraternização comunitária. Abertas ontem com o Tríduo do Padroeiro (realizado nos dias 14, 15 e 16), sempre com a presença de padres convidados da região, fortalecendo o espírito de comunhão entre as comunidades, as celebrações acontecem até o dia 20 (feriado municipal), com missas solenes, procissão e a aguardada quermesse.

Acredita-se que populações da região, nas décadas de 30 e 40, se livraram de epidemias pelo menos três vezes graças a intercessão do Santo, o que tornaria esse o primeiro motivo de que ele se tornaria padroeiro de Andradina, cuja região inexplorada era assolada por “febres tropicais”, como a “Febre de Birigui” (Leishmaniose). O feriado foi institucionalizado pelo então vereador Hermenegildo Gildão de Oliveira (in memorian).

Programação

No dia 15, será a vez do Padre Carlos, vindo de Guaraçaí, na celebração.

Já no dia 16, o tríduo será conduzido pelo Padre Washington, de Lins. As festividades seguem no sábado, dia 17, com missa às 18h30, seguida da tradicional quermesse.

No domingo, dia 19, a quermesse retorna a partir das 18h30, reforçando o clima festivo que marca as comemorações do padroeiro. Ainda no mesmo dia, haverá a oração do Santíssimo, proporcionando um momento especial de adoração e espiritualidade para os fiéis.

A programação religiosa continua na segunda-feira, dia 19, com a oração do Santíssimo, e atinge seu ponto alto na terça-feira, dia 20, data dedicada a São Sebastião. Neste dia, acontece a tradicional procissão, com saída da Praça Eduardo Ramalha às 17 horas, seguida de missa solene. Após as celebrações religiosas, a comunidade se reúne para a terceira noite da Quermesse de São Sebastião, encerrando as festividades.


Resumo da vida de São Sebastião

São Sebastião (256–286) foi um cristão do início do cristianismo que ingressou no exército romano para ajudar secretamente outros cristãos perseguidos. Nascido em Narbonne, no atual sul da França, e vivendo em Milão, ascendeu até capitão da guarda do imperador Diocleciano. Ao ter sua fé descoberta, foi condenado à morte por flechadas, que suportou sem renegar o cristianismo. Dado como morto, foi salvo e curado por uma cristã, em um episódio considerado milagroso. Mesmo aconselhado a fugir, retornou para reafirmar sua fé diante do imperador, sendo novamente condenado e morto por espancamento em 20 de janeiro de 286, data que se tornou sua celebração no cristianismo.